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Guarda do Número da Casa da Índia. A Casa da India era parte da alfandega, lidando com as mercardorias da Asia, Africa e Americas. foi uma figura importante na história portuguesa, particularmente no contexto da administração colonial e do comércio. Ele ocupou o cargo de "Guarda do Número da Casa da Índia", um cargo relacionado à administração e supervisão do comércio e dos interesses coloniais portugueses. O título "Guarda do Número" pode ser traduzido como "Guarda dos Registros" ou "Guarda dos Registros Financeiros", indicando seu papel na gestão dos aspectos financeiros e logísticos dos empreendimentos coloniais portugueses. A Casa da Índia era uma instituição importante responsável pela supervisão do comércio e das atividades coloniais portuguesas no Oceano Índico e além. O papel de Jorge de Noronha teria sido crucial para a manutenção dos registros e das operações financeiras relacionadas à vasta rede comercial marítima de Portugal. O papel de Jorge de Noronha como Carcereiro da Cadeia da Corte traduz-se como "Carcereiro do Tribunal Real." Essa posição envolvia supervisionar a administração e a segurança dos prisioneiros mantidos na prisão do tribunal real. No contexto de Portugal do século XVI, isso incluía manter a ordem dentro da prisão, garantir a segurança dos prisioneiros e, talvez, até supervisionar aspectos de seu tratamento. A Cadeia da Corte era uma prisão associada ao tribunal real, frequentemente utilizada para prisioneiros de alto perfil ou politicamente significativos. Estar encarregado de tal instituição seria uma posição de considerável responsabilidade e confiança, refletindo a importância de Jorge de Noronha dentro da administração portuguesa. Seus papéis tanto na Casa da Índia quanto como Carcereiro da Cadeia da Corte sugerem que ele foi um oficial proeminente e de confiança envolvido em aspectos significativos da governança e administração durante seu tempo Nascido e batizado em S.ta Justa, Lisboa. C. a 15.1.1713 em S. Julião, Lisboa. (regº a 28.5.1760), resid. Sé, Lisboa., c/ INÁCIA MARIA CARDOSO DA CRUZ. Lê-se no assento de casamento que ao casar era morador na freguezia de Santa Ignácia e que foram testemunhas: João Cardoso da Cruz, morador na rua Nova, solteiro, mercador; Manuel Carvalho de Mattos, escrivão da villa de Almada e nella morador e João Rodrigues de Almeida, trabalhador de seda. Jorge de Noronha, Guarda do Número da Casa da Índia, nasceu na freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa, cujos registos paroquiais se perderam no incêndio que se seguiu ao referido terramoto. Portanto, dele se sabe apenas que era filho de António Rodrigues da Silva e de Maria Inácia (talvez Maria Inácia de Noronha ?), através do assento de casamento. (Fonte: informaçao recebida da genealogista Maria-Joao Craigie por e-mail). Carcereiro da Cadêa da Corte (Fonte: PROCESSO DE LEITURA DO BACHAREL JOSÉ TEODORO DE NORONHA FEITAL, JORGE JOAQUIM DE NORONHA FEITAL E DE ANTÓNIO FERREIRA FEITAL, REFERENCE CODE :PT/TT/DP/A-A/5-3-9/57/8, DESCRIPTIVE DATES 1755, 1772, 1788; PHYSICAL LOCATION Desembargo do Paço, Leitura de bacharéis, letras I e J, mç. 57, n.º 8) Mencionado no livro "O Rancho da Carqueja: tentativo de um romance histórico" de António Francisco Barata. DESCENDÊNCIA DE JORGE DE NORONHA E DE INÁCIA MARIA CARDOSO DA CRUZ 1(I) - JORGE DE NORONHA - C. c/ INÁCIA MARIA CARDOSO DA CRUZ. C. g.: 1(II) - LUÍSA INÁCIA - N. a 11.10.1721 em S. Julião, Lisboa (regº 28.5.1760, ib.). 2(II) - JOSÉ - N. a 23.1.1722 em S. Julião, Lisboa (regº 28.5.1760, ib.). 3(II) - ANA - N. a 1.2.1728 em S. Julião, Lisboa (regº 28.5.1760, ib.). Nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa constam os seguintes registros no Registo Geral de Mercês do reinado de D. Joao V no livro 3: Registo Geral de Mercês, Mercês de D. João V, liv. 3, f.160 com data 1709-04-18 um alvará de 15$000 rs ecom data de 03/11/1710 existe um documento simples no liv. 3, fl. 160 de um alvará 15$000 rs de tença e com data de 17/04/1711 existe um documento simples no liv. 3, fl. 439 de provisao ajuda de custo até 12 de janeiro de 1713 (Fonte: ANTT PT-TT-RGM/C/3/3789949 e PT-TT-RGM/C/3/56180 respectivamente). | ||||
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